A delícia de SER quem se É


Se acaso me topares, saiba:
Sou viajante d´outros mares
Sem vergonha e cheia de pudores bobos
Uma previsível mulher insana.

Sim, te direi verdades (minhas)
Te encherei com olhares (vários)
Te cercarei de perguntas (ávidas)

Sou humana e não tenho maiores pretensões em vida.
Primitiva, sensitiva, doce e santa
Sou cativa.

Rendi-me aos amores
Morri em vida
Ressuscitei sem platéia.

Alimentei hienas vazias
Tentei salvar meu mundo.
Dei luz a outra vida.

Sentida!


“Não tenho vergonha de dizer que estou triste, 

não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se

 matarem, fazem poemas: 


estou triste por que vocês são burros e feios 


e não morrem nunca… “

(Quintana)

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