Fútil

Futilidade essa que assola
Que cega, festeira a vida, a gente
Futilidade que enche
São tantos vazios de tudo
É tudo cheio de nada.
Superficialidade que invade
Cheia de desculpas,
De botox, risos esculpidos
No crivo da agulha do cirurgião
Corpos tão belos,
Inócuos, vazios
Telas bonitas
Sem nenhuma pretensão.
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