A mulher errada.

    
    Ela é bonita, sem exagero, bela comum.
    Ela é tranquila, nada de muita balada.
    Ela é independente na medida certa,
    Sim, ela ainda precisa de idéias externas sobre finanças.
    Ela é inteligente, nada exagerado,
    É alienada de uma forma preguiçosa,
    Quase engraçada.
    Adora vinhos, ama seus amigos,
    Respeita individualidade, 
    Desde que a requisitem regularmente.
    É impulsiva, exagerada, compulsiva
    Curte sexo, brinca como menina,
    É séria…chata… verdade…
    Que ser humano não é?
    Ela ao menos faz chacota com as chatices,
    Próprias e alheias…
    Ela gargalha com a alma,
    Tem uma boca que adora riso,
    Dedos que adoram tocar,
    É viciada em tesão mental,
    Ama uma boa conversa
    Quer aprender sempre mais,
    Novidade, ela para pra olhar, sorver…
    As vezes, o interesse é tanto
    Que parece que ela engolirá tudo.
    Olhos brilhantes de prazer
    Atenciosa, quer saber de você.
    Pra desmontar a muralha de defesa que ergueu,
    Basta lhe pedir um abraço.
    O sorriso é imediato
    E o abraço é inteiro,
    De verdade, desinteressado.
    Perfeita? Quase…
    Talvez pelo exagero, talvez pela intensidade
    Quem sabe pela entrega…
    Só se sabe, 
    Que ela é sempre o tipo certo
    De mulher errada…
    
    
   
       
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