Do que nos mata devagar…

Peguei-me hoje a sentir uma profunda solidão.
Nada de novo então (devem imaginar…)
Acontece que hoje, diferente dos outros dias,
Essa solidão está concreta, viva, movimentada.
Veio me acordar, bater na minha cara,
Gritar comigo, me fazer chorar…
Veio sussurrar ao meu ouvido
Verdades horríveis, lembrar minhas perdas,
Jogar-me na cara meu fracasso latente.
Senti-me doente, dolorida.
Boca amarga, alma vazia
Sopraram de mim a minha vida.
Meu pavor maior anda rondando minha porta,
Esgueirando-se pelas frestas de saudade,
Arrancando de uma só vez minha alegria.
Hoje…meu nome é SOLIDÃO.

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