Do bem e da malícia de ser o que é

   Ando remoendo sentimentos contrários. Contrários a mim mesma, contrários a hipocrisia natural do ser humano, e as vezes contrários até, a própria contrariedade.

   Paro, penso e me pergunto o que quero mais, o que espero além disso…E não me respondo. A vida é essa. Dou VIDA a tudo que ela me põe no caminho, afinal, numa dessas posso dar de cara com o presente divino…nunca se sabe. Dou Vida do meu jeito, matreiro, desconfiado, muito desacreditado, mas vou vivendo.

    Não tenho mais ânimo para conversas que te testam, que fazem o TER e não o SER como ponto principal. Não sei mais viver assim. Gosto de SER e sou lindamente, com uma alegria sincera, despojada de frustrações, e lenga lenga…Não quero isso. Gosto de quem É, mas me incomoda quem não pensa, apenas vive. E é esse limiar entre o racionalismo (moral babaca), e o instinto que me devora, me aprisiona e não me deixa em paz.

    A antítese do que sinto e se acasala com o que penso é hoje o meu devorador de sonhos…é o meu monstro interno sendo alimentado diariamente por lobos famintos que habitam em mim.

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